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17 junho 2013



“Você sabe como exercer seu livre-arbítrio?”


Livre arbítrio é o poder que cada indivíduo tem de escolher suas ações, que caminho que seguir, mas nem sempre esse caminho pode ser benéfico.
A expressão é utilizada por diversas religiões, como o catolicismo, espíritas, budistas e etc., e cada uma explica seu ponto de vista em relação ao livre arbítrio, e se ele realmente existe.
Algumas pessoas dizem que livre arbítrio significa ter liberdade, e muitas vezes confundem com desrespeito, e falta de educação.
Cada um realmente tem direito de fazer o que quiser com sua vida, e escolher qual caminho quer seguir, desde que não prejudique ninguém.
Existem muitos acontecimentos ruins que podem ser evitados porque, a partir do momento que fazemos adequadamente nosso dever de casa, estaremos aprendendo com as nossas experiências.
Para a filosofia, o livre arbítrio tem origem no Determinismo, que defende que todos os acontecimentos são causados por fatos anteriores.
Para a ciência da filosofia, o indivíduo faz exatamente aquilo que tinha de fazer, seus atos são inerentes a sua vontade, e ocorrem com a força de outras causas, internas ou externas.

“ Jung disse que livre-arbítrio é fazer bem feito aquilo que viemos fazer.”


É interessante estarmos atentos as leis universais de causa e efeito.
As escolhas que fazemos na vida dependem das opções que temos, e se materializam através de nossas decisões.
Há momentos na vida em que somos confrontados por situações em que (pelo menos aparentemente) temos a opção de fazer uma escolha (dentro de uma série de opções), mas podemos também não fazê-la (pelo menos naquele momento).
Só que não fazer a escolha também reflete, de certo modo, uma escolha.



"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências."

(Pablo Neruda)

Escolher algo pode não ser absolutamente fácil, mas a vida, a sociedade impõe respostas para tudo.

Comentários da Sol:

Somos condicionados desde criança a culpar alguém por qualquer coisa que aconteça conosco.
E isso nos afasta da lucidez necessária para viver melhor.
Não percebemos que, ao culpa o outro, estamos assumindo papel de vítimas.
A vítima, por sua vez é uma pessoa sem força, dada psicologicamente como criança, inocente.
Acredito que damos espaço para as pessoas, e elas entram.
Que espaço você tem dado para os outros?
Você toma suas decisões baseado no que os outros vão pensar?
Qual o grau de importância você dá aos outros? E que “outros” são esses?
São perguntas necessárias para você sacar o quanto está vulnerável ou não à opiniões alheias e o quanto seu livre arbítrio está comprometido.
O importante é se sentir bem com você mesmo.
Arbítrio é sempre uma escolha!
E uma escolha é sempre um arbítrio.
Escolha estar feliz! Sempre!



Desejo a todos uma semana luminosa, cheia de energia, de prosperidade e felicidade!



Fonte: Baseado no texto de Graziella Marraccini- astróloga, taróloga, cabalista e estudiosa de ciências ocultas e dirige a Sirius Astrology.
Imagens: Google
Comentários: Sol  Neves




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Comentários via FaceBook

5 comentários:

  1. Escolher sempre o caminho da felicidade... Sei que é difícil... Mas desta forma não tem erro! ;)
    Beijosss

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  2. Isso mesmo! O Caminho da felicidade e de não medir esforços para ser sempre uma pessoa do bem. Ser do bem, querer o bem...sempre! ;)

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  3. Excelente Lili, isso já é seu poder de escolha.
    Bjos!

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  4. Fundamental ser do bem Bia!
    Isso mesmo.
    Bjos!

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  5. Esse é o caminho que aprendi e hoje ensino aos meus filhos para fazerem o mesmo. A paz que dá no peito, não tem preço, Sol. ;) Um beijo

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