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08 fevereiro 2015



#Livro: A menina que roubava livros

Essa semana terminei de ler "A menina que roubava livros". O inicio do livro tem uma leitura um pouco difícil, ou impactante pelo fato de ser narrada pela morte, mas depois que você se sente envolvido pela estória, eu diria que foi uma das mais marcantes que já li. Um misto de tristeza e encantamento pelos personagens, onde você vê o surgimento de um amor incondicional entre pessoas que não são do mesmo sangue.

Sempre que li ou assisti sobre o nazismo, o foco foi muito sobre o sofrimento dos judeus, e a estória "A menina que roubava livros" abre um outro campo de visão sobre a guerra, o quanto ela afetou e fez sofrer também o povo alemão.

Quer saber mais? Leia a sinopse: 
Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler.
A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, porém surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los em troca de dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. Essa obra, que ela ainda não sabe ler, é seu único vínculo com a família.
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a cumplicidade do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que a ensina a ler. Em tempos de livros incendiados, o gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito.
A vida na rua Himmel é a pseudorrealidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um jovem judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela história. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa desse duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto — e raro — de crítica e público.


Detalhes: 
  • Categoria: Romance
  • Editora: Intrínseca
  • Autor: Markus Zusak
  • 494 páginas
Ah! Assisti o filme também, aliás primeiro que o livro, e apesar de já saber dos fatos e do final, não me atrapalhou a leitura, pois o livro (como a maioria das vezes acontece) foi muito melhor e mais rico em detalhes.
E como todo bom livro, sempre tenho uma "depressãozinha" pós leitura, não pela tristeza da estória, mas por ter chegado ao fim e perder contato com os personagens.

Vocês sentem isso? Ou eu que sou maluca... rs

Beijoss,





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